Tarefa muito complicada mas ao mesmo tempo produtiva elaborar este podcast da minha vida num minuto.
O que dizer de mim? Dizer que trabalho?Que tenho uma vida diferente da maior parte dos meus colegas?Não...nada disso.Neste podcast optei por selecionar algumas fotos da minha vida, de pessoas e/ou coisas que façam parte de mim.
Optei por não fazer comentários ao longo do podcast, no entanto no guião tem os comentários das fotos.
Na elaboraçao deste trabalho, deparei -me com vários obstáculos, nomeadamente como fazer o videograma e que fotos colocar lá.
Foi uma experiência muito enriquecedora, fundamentalmente porque aprendi a usar a ferrameta do office, o movie maker, que até antão desconhecia.
Falar de mim é -me muito difícil. Por isso optei por colocar algumas fotos minhas ou de pessoas que façam parte de mimpara me identificar e identificar a minha personalidade. Claro que num video de 1 minuto é ainda mais dificil dizer tudo mesmo sobre mim, mas o essencial e o mais imporante foi transmitido atraves das fotos que seleccionei. Sou uma pessoa bastante tímida e com uma vida conturbada o que dificultou um pouco a elaboraçao deste podcast. Assim, o sorriso reflectido em todoas as fotos que coloquei, é um resumo desta sinopse, sou feliz!
No presente livro, o autor assume-se como homossexual e defende a liberalização homossexual. Segue uma linha de pensamento queer com a finalidade de certificar a existência de modelos familiares que não estão assentes em estruturas tradicionais comprometidos com a sexualidade.
O capítulo escolhido pelo grupo foi: “Transgressão e o corpo localizado; género, sexo e o professor homosexual” – Eric Roffes.
Este capítulo explora as formas como as identidades e as culturas de professores homosexuais podem ser úteis nas práticas pedagógicas. O autor, encontra-se no centro de um problema: o conflito entre a sua verdadeira personalidade, a sua carreira profissional e a reacção da sociedade.
Como activista na defesa dos direitos das comunidades homosexuais interessa-se essencialmente pelas reformas educativas, por debates relacionados com a selecçao da escola, equidade e práticas educativas muticulturais.
Citamos, “O meu interesse pela reforma educativa é motivado por um desejo de ver as escola urbanas tornarem-se espaços para a expanasao da consciencia critica de jovens pobres e proporcionar lhes ferramentas de mudança politica e social.”
O que o autor pretende não é que os gays e as lésbicas tenham direitos iguais aos heterosexuais, mas sim e segundo o mesmo: “Advogo e comprometo-me com uma agenda da liberaçao dos homosexuais, que argumenta que as culturas queer têm muito a ensinar à cultura americana predominante quanto ao sexo, género e relçoes equitativas.”
Este professor encara duas identidades, o professor e o liberacionista homosexual. Na represenatçao da maculinidade, o autor no desenrrolar da sua carreira deparou-se varias vezes com a indecisao de saber o que vestir, como falar, como andar, como se sentar, como se mover. Mas estava perfeitamente consciente da maneira como se apresentava aos seus alunos enquanto homossexual.
Eric, depois de se aconselhar com colegas lésbicas que lhe explicaram as representaçoes de género,de presidir a fóruns públicos, reunioes comunitárias, assembleias municipais, onde diversos grupos se juntam para debates, conflitos e resoluções, percebeu que tinha que recorrer a diferentes masculinidades em tempos diferentes.
Em suma, podemos afirmar que a cultura queer, tal como muitas outras, permanece ainda em forma de tabu,por uma cultura dominante. Verifica-se que a maioria dos professores não se assume, com medo de represálias que poderão vir a sofrer na sociedade e por isso preferem adoptar estilos de vida que não se idenficam com a sua maneira de ser e de pensar.
“Este artigo é um convite ao diálogo sobre os sacrifícios que temos feito e as implicaçoes que eles têm na educação democrática e na transformações social”.
Segundo a definição criada pela Freesoftware Foundation o Software livre é qualquer programa de computador que pode ser usado, copiado, estudado e redistribuido sem restrições. O utilizador tem a liberdade de executar, copiar, distribuir, estudar, modificar e aprefeiçoar o software.
O Software livre, para além de representar inovações na área tecnológica, representa também novas formas de trabalho.
Mais precisamente, refere-se a 4 tipos de liberdade, para os utilizadores do software.
Liberdade de o usar para qualquer finalidade(liberdade nº 0).
Liberdade de estudar como o programa funciona, e adaptá-lo às nossas necessidades (liberdade nº 1).
Liberdade de alterar e melhorar o programa e publicar essas modificações de forma a beneficiar toda a comunidade (liberdade nº 2)
Liberdade de redistribuir cópias (liberdade nº 3)
Através destas 4 liberdades, o Software livre oferece a liberdade para aprender, para ensinar, para competir e para a liberdade de expressão e de escolha.
Exemplos de Softwares livres: Linux, ambiente gráfico KDE, o compilador GCC, o servidor Web Apache, o openoffice.org.
Direitos de Autor
As Licenças Creative Commons situam-se entre os direitos de autor (todos os direitos reservados) e o domínio público (nenhum direito reservado). Têm âmbito mundial, são perpétuas e gratuitas. Através das Licenças Creative Commons, o autor de uma obra define as condições sob as quais essa obra é partilhada, de forma proactiva e construtiva, com terceiros, sendo que todas as licenças requerem que seja dado crédito ao autor da obra, da forma por ele especificada.
A plataforma MOODLE é um ambiente virtual de aprendizagem em regime de open source, criado em 2001 por Martinn Dougiamas. Como é usual no software open source, a MOODLE, desde que foi disponibilizada publicamente, tem sido desenvolvida colaborativamente por uma comunidade de profissionais de diversas áreas, estando novos recursos e funcionalidades constantemente a ser acrescentados.
À semelhança da generalidade dos Learning Management Systems, a MOODLE inclui um conjunto de funcionalidades que são sistematizadas em quatro dimensões básicas:
Disponibilização de conteúdos e de exercícios/avaliações - permitindo ao professor disponibilizar online conteúdos em diversos formatos, e definir os momentos e formas de acesso dos alunos a esses mesmos conteúdos e exercícios/avaliações;
Ferramentas/serviços de comunicação – quer de natureza síncrona como o chat quer de natureza assíncrona como os fóruns, permitindo assim estabelecer formas de comunicação à distância entre professores e alunos e destes entre si;
Acesso protegido e gestão de perfis de utilizador, o que permite criar um ambiente de acesso limitado aos alunos e professores de um determinado curso/disciplina e definindo diferentes graus/tipos de controlo do sistema;
Sistemas de controlo de actividades, permitindo o registo de todas as actividades realizadas pelos alunos/formados e professores/formadores.
A “migração” para a net no contexto institucional da UM, é cada vez mais um facto verídico pela facilidade de acesso de quem necessita de fazer pesquisas de vários tipos de informação no Campus da UM. Assim, temos ao nosso dispor além de um Campus físico um Campus virtual.
A “iniciativa campus virtual”, que nasce no seio da unidade de missão, inovação e conhecimento, é uma iniciativa integrada que envolve serviços, conteúdos, aplicações e rede de comunicações. Temos aqui como exemplo a Blakboard Learning System, onde os docentes a movimentam e disponibilizam todo material académico que seja útil aos seus alunos.
A ferramenta de “laboratórios virtuais”, permite que os alunos façam experiências laboratoriais on-line. Deste modo, os alunos podem ter uma preparação prévia a este nível, bem como permite também que haja acções de ensino à distância (e-learning). Estes laboratórios virtuais são mais seguros, logo é possível que se faça experiências que sem esta ferramenta não seria por motivos de segurança.
O RepositóriUM, tem como “objectivo armazenar, preservar, divulgar e dar acesso à produção intelectual da UM em formato digital”.
Os conteúdos do Repositório e-learning, são organizados em comunidades e colecções. Este projecto pretende apoiar os formadores na concepção de e-conteúdos para cursos em sistema de e-learning. Deste conteúdo, fazem parte os materiais didácticos e pedagógicos apresentados em formato digital.
O Software Social, inicialmente foi utilizado pela nanotecnologia, pretendiam utilizar o poder do processamento dos computadores para permitir estimular a relação de grupos.
A partir de 2002, o Software Social passa a ter o significado de groupware, incorpora noções de comunidades virtuais como jogos grupais na internet e outras ferramentas que produzem colaboração off-line.
Assim, o Software Social permite que as pessoas se encontrem, colaborem umas com as outras através do computador e até que formem comunidades online.
O que se verifica é que o Software Social (ex. blogues, entre outros) está a moldar o modo como a comunicação acontece, seja ela online ou off-line.
É um ambiente virtual e tridimensional que simula, de certo modo, a vida real e a vida social do ser humano.
O nome “Second Life” significa “segunda vida” que pode ser também interpretado como uma “vida principal/real”.
Dependendo do tipo de uso, pode ser encarado como um jogo, um simulador, um comércio virtual ou uma rede social. Assim, os limites de interacção com o jogo vão além da nossa criatividade, nele podemos interagir com jogadores de todo o mundo em tempo real.
É também possível criar os nossos próprios objectos e até mesmo personalizar a nossa personagem, modificando o visual e para o fazer podemos até comprar ou criar roupas de acordo com o estilo que queremos adoptar.
Como podemos ver, os processos do Second Life, no caso de ser encarado como um jogo, são semelhantes aos da vida real, este jogo permite às pessoas criarem nele uma personagem idêntica à sua na vida real ou uma completamente diferente.
Olá!Nós somos a Vânia, a Liliana e a Ana.Somos do 1º ano do curso de Educação e criamos este blog como suporte à UC de TCE II, onde iremos colocar os nossos trabalhos a realizar neste 2º semestre.A escolha do nome do nosso blog, tugalemao, deveu-se ao facto de termos no nosso grupo de trabalho o Nico, que está na UM a fazer Erasmus, sendo que ele é oriundo da Alemanha.Entretanto, o Nico deixou o grupo mas o nome do blogue mantem -se o mesmo.